
Hoje tive um flashback.
Lembrei-me do tempo em que fiz a transição de lenços de pano, tradicionais de toda a vida, para os pseudo-modernos lenços de papel. Lenços brancos, com cores, cheiros, texturas, etc. Lenços carregados das mais variadas substâncias que, além de nos deixarem os receptores olfactivos limpinhos, também os deixam estimulados com os mais diversos aromas.
Pois estava eu a limpar o cú quando me dei conta que, tão sorrateiramente como uma bufa, já aconteceu também a minha transição, dessa grande invenção que é o papel higiénico, para as toalhitas.
Em casa não há grande problema porque compro desse papel higiénico super macio, com 5 ou 6 capas acolchoadas e cheiros de frutas, plantas e demais aromas agradáveis ao nariz. Um papel macio e cheiroso que deixa qualquer buraco do cú limpinho e perfumado ao mesmo tempo.
No entanto, o papel higiénico nos WC’s do trabalho é autêntica lixa. Mais àspero que um monte de tojos. Apenas serve para espalhar a merda e fazer feridas extremamente dolorosas no rabiosque. Daí que eu, pouco a pouco e sem me dar conta do que fazia, fui comprando esses packs de viagem de toalhitas macias, perfumadas e cheias de cremes hidratantes. Toallitas que além de limpar o rabiosque, o deixam macio, hidratado, perfumado e com uma fantástica sensação de frescura.
Já não dispenso as minhas toallitas. Se são boas para os bebés, também são boas para mim! Tenho dito.
P.S. - Se quiserem saber mais sobre uma outra utilização, muito útil, das toalhitas podem dar um saltinho
AQUI. Um blog fresco e fofo que acabei de descobrir.